Situações constrangedoras...

Na gravidez dos gémeos, quando finalmente se confirmou que eram dois rapazes. Fiquei super feliz!
Vivi a vida inteira rodeada de gajas, ter rapazes ia ser o máximo!
Já que eram dois e não eram um casal, preferia então que fossem dois rapazes e não duas raparigas! É que não aguento os dramas das raparigas!

No entanto, os rapazes tem brincadeiras mais fora de caixa, isto para não dizer outra coisa menos boa! Brincadeiras onde não medem distâncias, nem o perigo. São mais entusiastas e um pouco mais rebeldes!

Por vezes, tiram-nos do sério com as suas brincadeiras e que raio lembram-se de cada coisa!

Sendo que a dobrar, se um diz mata o outro diz logo esfola! Não há hipótese!
Apesar de terem os dois feitios muito diferentes, são os dois uns vivaços! Tem muita vida, não param um bocadinho e são super curiosos!

Eu, mãe de rapazes gémeos, ainda não me habituei a este tipo de brincadeiras, e que passam basicamente por rebolarem uns em cima dos outros, o toca e foge, as lutas, os índios, os carros e os acidentes… enfim tudo que meta gritos e crashes!😠

É claro que de vez quando as pessoas que estão à nossa volta são basicamente “atropeladas” pelo o entusiasmo da brincadeira, o que pode sempre resultar numa situação constrangedora ou caricata para nós e para os outros.

E foi isso mesmo que aconteceu num certo jantar, típico de final de ano!
A ação foi irreflectida por parte do meu filho, e foi mesmo num tom de brincadeira, mas que para a outra pessoa se tornou constrangedora.
Tento dar o meu melhor como mãe e como educadora. Porque as bases de uma boa educação vem de casa.

Por isso, repreendi e obriguei-o a pedir desculpa, mesmo que para ele tenha sido uma brincadeira sem noção de maldade!
Nestas situações, que felizmente não são muitas, repreendo sempre, para que não voltem a repetir! E porque acho que tem que começar a ter noção até onde podem ir nas suas brincadeiras.

E a situação que foi, também já eu passei por ela e fiquei constrangida porque foi à frente de muita gente, muito embora a criança fosse mais velha, do que são atualmente os meus filhos, e o tivesse feito por falta de consciência de certos limites (isto para não dizer outra coisa) até porque nem sequer tinha qualquer confiança com essa criança, nem nunca tinha trocado um olá com ela, sendo que neste caso os pais nem sequer chamaram a atenção.

Isto a propósito de uma brincadeira tão simples como um jogo de escondidas!





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